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Inquérito Littler: A maioria dos empregadores europeus procedem à reabertura dos escritórios, mas a desconexão emerge com trabalhadores em modelos de trabalho híbrido

É com grande prazer que partilhamos convosco os resultados do quarto Relatório Anual sobre o Inquérito relativo aos Empregadores Europeus, (4th annual European Employer Survey Report), um estudo realizado pela Littler, que contou com mais de 530 inquiridos, entre os quais advogados internos, executivos e líderes empresariais.

O estudo permite observar as inúmeras transformações dos locais de trabalho a nível europeu e como os empregadores abordam os planos para o regresso aos escritórios, ao trabalho presencial.

Deste estudo, destacamos as seguintes conclusões:

• Na Europa, o regresso ao trabalho presencial é generalizado: Mesmo após o surto causado pela variante delta, 52% dos inquiridos revelaram, no final de setembro passado, que estavam a avançar com os planos para o regresso ao trabalho presencial, dentro das datas previstas, ou a planear regressar. No entanto, 36% atrasaram-se neste processo, onde somente metade das respostas, dentro desta percentagem, admitiram que estes atrasos se estenderão a 2022.

Desconexão relativamente aos modelos de trabalho híbridos: Apenas 28% dos inquiridos julgam que os modelos de trabalho permitidos pelas suas organizações se alinham com as preferências dos seus trabalhadores. A maioria dos empregadores (52%), acreditam que os seus colaboradores pretendem uma maior ênfase no trabalho à distância, do que aquela que estão a possibilitar. Paralelamente, 67% dos inquiridos admitiram preocupação relativamente aos desafios legais e logísticos que poderão emergir com esta nova realidade.

Maior foco no bem-estar dos trabalhadores: apesar da preocupação relativamente ao trabalho à distância ou aos modelos de trabalho híbridos, os empregadores veem como principais benefícios, destes regimes, a satisfação dos colaboradores (57%) e a possibilidade de melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Adicionalmente, 73% dos inquiridos estão preocupados com o impacto da pandemia na saúde mental dos seus trabalhadores.

Para aceder ao relatório completo, clique aqui. 

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